sábado, 5 de março de 2016

Melhores Estreias de 2015 - Luísa



LUÍSA RIZZATTI

Um pouco atrasada, mas finalmente está aí a minha lista das melhores estreias de 2015. No final das contas, eu acho difícil finalizar a lista dos tops, porque demoro para decidir quais filmes colocar e em qual ordem. Acho que essa lista acabou reunindo diferentes gêneros e atmosferas bem distintas entre si:




12 - Ex Machina [Alex Garland, 2015]


11 - Mad Max - Estrada da fúria [George Miller, 2015]



10 - O diário de uma camareira [Benoît Jacquot,2015]


9 - O duplo [Richard Ayoade, 2013]



8 - Whiplash - Em busca da perfeição [Damien Chazelle, 2014]


7 - Pecados antigos, longas sombras [Alberto Rodríguez, 2014]



6 - Adeus à linguagem [Jean-Luc Godard, 2014]



5 - Expresso do Amanhã [Joon-ho Bong, 2013]




4 - La sapienza [Eugène Green, 2014]




3 - Olmo e a gaivota [Petra Costa e Lea Glob, 2014]



2 - As sufragistas [Sarah Gavron, 2015]




1 - Sicario - Terra de ninguém [Denis Villeneuve, 2015]


Observações:

  • Não podia deixar de contemplar nessa lista dois excelentes filmes dirigidos por mulheres: As sufragistas, da britânica Sarah Gavron, e Olmo e a Gaivota, da brasileira Petra Costa e da dinamarquesa Lea Glob. Filmes que conseguiram abordar de forma contundente as complexas questões referentes à liberdade feminina e às opressões históricas que as mulheres sofrem.
  • A história de Mad Max não é algo que me chama a atenção, não é um tipo de enredo que me atrai, mas a fotografia e a montagem do filme são sensacionais e acabaram me prendendo à trama. Ademais, a atuação de Charlize Theron no papel da Furiosa foi o destaque do longa, que acabou roubando a cena do próprio Max, interpretado por Tom Hardy.
  • Confesso que Whiplash dividiu meus sentimentos. Primeiro, achei sensacional; mais tarde, comecei a ver uns clichês que me incomodaram. Mas pensando o produto como um todo, gostei bastante, sobretudo da fotografia e das cenas em que apareciam close ups da bateria.
  • Eu me impressionei com Sicario. Gostei dos cenários e da fotografia de Roger Deakins, da trilha sonora de Jóhann Jóhannsson, das boas atuações e do clima de tensão construído cena a cena. É sempre difícil escolher o primeiro lugar, mas a singularidade de Villeneuve ao retratar toda aquela violência é digna da primeira colocação.

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